Esta semana participando da abertura do IV colóquio nacional de direitos humanos em Passo Fundo Rio Grande do Sul algo me chamou atençao e por alguns momentos me sentir um pouco envergonhado, foi o momento em que foi tocado e cantado o hino do Rio Grande do Sul, o que me chamou atençao foi de ver todos ali presente naquele evento cantando o hino do seu estado isso achei bastante interessante e me senti um pouco envergonhado porque eu não sabia naquele momento nenhuma frase do Hino do meu estado o hino da Bahia.
chegando em casa fui imediatamente pesquisar e ouvir o hino do meu estado e ai passou imediatamente aquele momento de vergonha que eu havia sentido. Passou porque ouvir um hino tão bonito e o signficado que ele tem para a Bahia e para o Brasil dentro da historia Brasileira. O hino da Bahia faz uma elegia a Independência da Bahia, tem sua letra por Ladislau dos Santos Titara e música de José dos Santos Barreto.
A comemoração do dia 2 de Julho é uma celebração às tropas do Exército e da Marinha Brasileira que, através de muitas lutas, conseguiram a separação definitiva do Brasil do domínio de Portugal, em 1823. Neste dia as tropas brasileiras entraram na cidade de Salvador, que era ocupada pelo exército português, tomando a cidade de volta e consolidando a vitória.
Esta é uma data máxima para a Bahia e uma das mais importantes para a nação, já que, mesmo com a declaração de independente, em 1822, o Brasil ainda precisava se livrar das tropas portuguesas que persistiam em continuar em algumas províncias. Então, pela sua importância, principalmente para os baianos, todos os anos a Bahia celebra o 2 de Julho. Tropas militares relembram a entrada do Exército na cidade e uma série de homenagens são feitas aos combatentes.
Entre todas as comemorações, a do ano de 1849 teve um convidado muito especial. O marechal Pedro Labatut, que liderou a tropas brasileiras nas primeiras ofensivas ao Exército Português, participou do desfile, já bastante debilitado e sem recursos financeiros, mas com a felicidade de homenagear as tropas das quais fez parte.
Esse é o lindo Hino da Bahia:
Letra: Ladislau dos Santos Titara
Música: José dos Santos Barreto
Nasce o sol a 2 de julho
Brilha mais que no primeiro
É sinal que neste dia
Até o sol é brasileiro
Nunca mais o despotismo
Referá nossas ações
Com tiranos não combinam
Brasileiros corações
Cresce, oh! Filho de minha alma
Para a pátria defender,
O Brasil já tem jurado
Independência ou morrer.
Nunca mais o despotismo
Referá nossas ações
Com tiranos não combinam
Brasileiros corações
Salve, oh! Rei das campinas
De Cabrito e Pirajá
Nossa pátria hoje livre
Dos tiranos não será
Quem sou eu
- Nildo Alcãntara de Souza
- Getulio Vargas, Rio Grande do Sul, Brazil
- *Sou Nildo, sou acadêmico de Serviço Social na UPF Universidade de Passo Fundo, Tenho 27 anos, acredito em Deus e vejo sua presença nas pequenas coisas, acredito no ser humano, acredito na mudança, gosto de política, gosto de futebol, amo o palmeiras, amo o Bahia, acredito na leitura, os livros transformam, sou baiano, da pequena comunidade de Riacho do Cedro, pacato Município de Gentio do Ouro,estou morando em Getulio Vargas no Rio Grande do Sul. Sou alguém que acredita que a verdadeira beleza está na simplicidade, acredito que o futuro vai melhorar, acredito nas crianças, acredito nos sonhos e os meus são grandes.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
IV Colóquio Nacional de Direitos Humanos
Estou participando do IV Colóquio Nacional de Direitos Humanos que teve inicio dia 12 de abril e vai ate dia 16 de Abril de 2010 – Centro de Eventos Notre Dame em Passo Fundo Rio Grande do Sul,O Colóquio Nacional de Direitos Humanos já tem uma trajetória consolidada como espaço aberto, plural e amplo de reflexão sobre concepção, fundamentação e realização dos direitos humanos. É momento de fortalecimento de parcerias e de ampliação do envolvimento de diversos agentes sociais, políticos, culturais e educacionais a fim de qualificar a atuação em direitos humanos.O IV Colóquio Nacional de Direitos Humanos terá como tema Direitos Humanos e Desenvolvimento. A temática se justifica dado que o direito ao desenvolvimento é considerado um dos direitos humanos, conforme a Declaração Mundial sobre o Direito ao Desenvolvimento (ONU, 1986) e o Programa de Ação da II Conferência Mundial de Direitos Humanos (Viena, 1993) declarou que há estreita relação entre direitos humanos e desenvolvimento (e também democracia). No final do ano passado com a publicação do novo Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), que dá um passo na implementação de políticas públicas de direitos humanos, também está claro o compromisso com a garantia do desenvolvimento como direito humano. O IV Colóquio também toma em conta a conjuntura que marca um momento importante da história brasileira na qual está na agenda o debate sobre o tipo de desenvolvimento que se pretende para o Brasil nos próximos anos.
CONVIDADOS
Conferencista
Paulo de Tarso Vannuchi (SEDH/PR)
Painelistas
Laurindo Leal Filho (USP)
Bia Barbosa (Intervozes)
Renata Fortes (Jus Brasil)
Guisepe Tosi (UFPB)
Jacques Alfonsín (Acesso)
Nair Bicalho (UnB)
Ioshiaqui Shimbo (UFSCar)
mais informações no site: http://cdhpf.org.br/ivcoloquio/index.html
CONVIDADOS
Conferencista
Paulo de Tarso Vannuchi (SEDH/PR)
Painelistas
Laurindo Leal Filho (USP)
Bia Barbosa (Intervozes)
Renata Fortes (Jus Brasil)
Guisepe Tosi (UFPB)
Jacques Alfonsín (Acesso)
Nair Bicalho (UnB)
Ioshiaqui Shimbo (UFSCar)
mais informações no site: http://cdhpf.org.br/ivcoloquio/index.html
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