Programação do 4º Encontro de Assistentes Sociais
Está confirmada a programação do 4º Encontro Gaúcho de Assistentes Sociais, que será realizado nos dias 14 e 15 de maio, no auditório do Ministério Público do RS. Confira e participe; as inscrições são gratuitas, no dia e local, a partir das 16h.
PROGRAMAÇÃO
14 de maio - sexta-feira
16h - Início das inscrições
18h - Abertura: CRESS/RS, CFESS, ENESSO, ABEPSS, MP/RS
19h - Apresentação cultural: Grupo Chorando as Pampas
19h30 às 21h - Ética Profissional: Os Movimentos Sociais e o Enfrentamento da desigualdade
Palestrante: Profª. Ms. Dra. Cristina Brites (RJ)
15 de maio - sábado
9h às 12h - A Organização Política dos Assistentes Sociais
Palestrantes: Profª. Dra. Berenice Rojas Couto (RS) e Assistente social Jorge Ricardo Moreira (RS)
14h - Coral Santa Rosa de Lima
14h30 às 18h - A Luta Social na Garantia dos Direitos:
A descriminalização e legalização do aborto
Palestrante: Prof. Maurílio Castro de Matos (SP)
O Sistema de Cotas
Palestrante: Profª. Ms. Sandra Silveira
Quem sou eu
- Nildo Alcãntara de Souza
- Getulio Vargas, Rio Grande do Sul, Brazil
- *Sou Nildo, sou acadêmico de Serviço Social na UPF Universidade de Passo Fundo, Tenho 27 anos, acredito em Deus e vejo sua presença nas pequenas coisas, acredito no ser humano, acredito na mudança, gosto de política, gosto de futebol, amo o palmeiras, amo o Bahia, acredito na leitura, os livros transformam, sou baiano, da pequena comunidade de Riacho do Cedro, pacato Município de Gentio do Ouro,estou morando em Getulio Vargas no Rio Grande do Sul. Sou alguém que acredita que a verdadeira beleza está na simplicidade, acredito que o futuro vai melhorar, acredito nas crianças, acredito nos sonhos e os meus são grandes.
terça-feira, 27 de abril de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
A UNE é uma vergonha.
A União Nacional dos Estudantes (UNE) decidiu que não irá apoiar candidato nas eleições de 2010 que boa noticia pois a UNE tem se tornado um movimento social totalmente desorganizado e sem rumo, é uma boa noticia sim. A UNE foi fundada em 1937 e ao longo de seus 70 anos, marcou presença nos principais acontecimentos políticos, sociais e culturais do Brasil. Desde a luta pelo fim da ditadura do Estado Novo, atravessando a luta do desenvolvimento nacional, a exemplo da campanha do Petróleo, os anos de chumbo do regime militar, as Diretas Já e o impeachment do presidente Collor. Da mesma forma, foi um dos principais focos de resistência às privatizações e ao neoliberalismo que marcou a Era FHC. Mas ultimamente a UNE está se misturando com muitas siglas partidária e em muito estados virou apenas colégio eleitoral principalmente do PC do B. Por esses motivos tem contado com desprezo dos estudantes. uma vez que não vem lutando realmente pelo ideias dos estudantes brasileiros.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Encontro de Supervisores de Estágio em Serviço Social
Encontro de Supervisores de Estágio em Serviço Social
Antes da abertura do 4º Encontro Gaúcho de Assistentes Sociais, no dia 14 de maio, às 8h30min, será realizado o Encontro Estadual de Supervisores de Estágio em Serviço Social. O evento será promovido pela Comissão de Formação do CRESS/RS e reunirá estudantes, professores e supervisores de estágios em Serviço Social para discutir questões que envolvem a área.
Confira a programação (preliminar) abaixo e participe. As inscrições serão gratuitas e feitas no dia e local do encontro. Veja o cartaz do evento no link no final da notícia.
SERVIÇO:
Evento: Encontro Estadual de Supervisores de Estágio em Serviço Social
Data: 14/05/10
Local: Auditório do MP/RS
Público alvo: Assistentes sociais e estudantes de Serviço Social
Programação
08h30 às 09h - Mesa de Abertura
09h às 12h30 - Mesa de debate e encaminhamento: Constituição do Fórum de Supervisores no RS
Antes da abertura do 4º Encontro Gaúcho de Assistentes Sociais, no dia 14 de maio, às 8h30min, será realizado o Encontro Estadual de Supervisores de Estágio em Serviço Social. O evento será promovido pela Comissão de Formação do CRESS/RS e reunirá estudantes, professores e supervisores de estágios em Serviço Social para discutir questões que envolvem a área.
Confira a programação (preliminar) abaixo e participe. As inscrições serão gratuitas e feitas no dia e local do encontro. Veja o cartaz do evento no link no final da notícia.
SERVIÇO:
Evento: Encontro Estadual de Supervisores de Estágio em Serviço Social
Data: 14/05/10
Local: Auditório do MP/RS
Público alvo: Assistentes sociais e estudantes de Serviço Social
Programação
08h30 às 09h - Mesa de Abertura
09h às 12h30 - Mesa de debate e encaminhamento: Constituição do Fórum de Supervisores no RS
Encontro Gaúcho de Assistentes Sociais
4º Encontro Gaúcho de Assistentes Sociais
Nos dias 14 e 15 de maio o CRESS/RS realizará o 4º Encontro Gaúcho de Assistentes Sociais, que integra a programação da Semana do Assistente Social 2010. O evento, que será sediado no auditório do Ministério Público do RS, contará com participantes de outros estados e diferentes atrações culturais. A programação será divulgada em breve. As inscrições serão gratuitas e feitas no dia e local do encontro. Novas informações serão divulgadas pelo site do CRESS. Acompanhe e prepare-se
segunda-feira, 19 de abril de 2010
botafogo!!!!botafogo!!!
esse é o Louco Abreu
Esse é o Jeferson, esse parou o Adriano.
Quando observamos a história temos como exemplo o império romano, persa, grego, mongol. Enfim poderia citar vários. Quando falamos de impérios, podemos enaltecer suas estratégias suas virtudes, seus ideais, seu ocultismo!
Quando olhamos um sistema, podemos observar que ele sempre é cíclico. Ou pelo menos, sua grande maioria o é. Assim sendo, todo império tende a ruir, pelo simples fato de ser um sistema!
Quando você supõe inconscientemente que ninguém é melhor que você, já está fardado a morrer, pelo simples fato de não montar estratégias elucubrando sua decadência, ou seja, finja-se de fraco quando estiver forte, finja-se de forte quando estiver fraco, já dizia Sun Tzu.
falando um pouco sobre os imperios apenas para dizer que esse imperio do amor nao existe esse imperio do flamengo é um fracasso e o Vagner Love não tinha no palmeiras a liberdade que está tendo no Rio de Janeiro para andar em festas, e bailes e lugares onde a droga é liberada isso que ele e o adriano participam no Rio por issoo Joel Santana, o Jeferson e o Louco mas muito Louco mesmo o Louco Abreu acabou com o fracasso do imperio do amor.
botafogo campeão carioca 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
O hino da Bahia.
Esta semana participando da abertura do IV colóquio nacional de direitos humanos em Passo Fundo Rio Grande do Sul algo me chamou atençao e por alguns momentos me sentir um pouco envergonhado, foi o momento em que foi tocado e cantado o hino do Rio Grande do Sul, o que me chamou atençao foi de ver todos ali presente naquele evento cantando o hino do seu estado isso achei bastante interessante e me senti um pouco envergonhado porque eu não sabia naquele momento nenhuma frase do Hino do meu estado o hino da Bahia.
chegando em casa fui imediatamente pesquisar e ouvir o hino do meu estado e ai passou imediatamente aquele momento de vergonha que eu havia sentido. Passou porque ouvir um hino tão bonito e o signficado que ele tem para a Bahia e para o Brasil dentro da historia Brasileira. O hino da Bahia faz uma elegia a Independência da Bahia, tem sua letra por Ladislau dos Santos Titara e música de José dos Santos Barreto.
A comemoração do dia 2 de Julho é uma celebração às tropas do Exército e da Marinha Brasileira que, através de muitas lutas, conseguiram a separação definitiva do Brasil do domínio de Portugal, em 1823. Neste dia as tropas brasileiras entraram na cidade de Salvador, que era ocupada pelo exército português, tomando a cidade de volta e consolidando a vitória.
Esta é uma data máxima para a Bahia e uma das mais importantes para a nação, já que, mesmo com a declaração de independente, em 1822, o Brasil ainda precisava se livrar das tropas portuguesas que persistiam em continuar em algumas províncias. Então, pela sua importância, principalmente para os baianos, todos os anos a Bahia celebra o 2 de Julho. Tropas militares relembram a entrada do Exército na cidade e uma série de homenagens são feitas aos combatentes.
Entre todas as comemorações, a do ano de 1849 teve um convidado muito especial. O marechal Pedro Labatut, que liderou a tropas brasileiras nas primeiras ofensivas ao Exército Português, participou do desfile, já bastante debilitado e sem recursos financeiros, mas com a felicidade de homenagear as tropas das quais fez parte.
Esse é o lindo Hino da Bahia:
Letra: Ladislau dos Santos Titara
Música: José dos Santos Barreto
Nasce o sol a 2 de julho
Brilha mais que no primeiro
É sinal que neste dia
Até o sol é brasileiro
Nunca mais o despotismo
Referá nossas ações
Com tiranos não combinam
Brasileiros corações
Cresce, oh! Filho de minha alma
Para a pátria defender,
O Brasil já tem jurado
Independência ou morrer.
Nunca mais o despotismo
Referá nossas ações
Com tiranos não combinam
Brasileiros corações
Salve, oh! Rei das campinas
De Cabrito e Pirajá
Nossa pátria hoje livre
Dos tiranos não será
chegando em casa fui imediatamente pesquisar e ouvir o hino do meu estado e ai passou imediatamente aquele momento de vergonha que eu havia sentido. Passou porque ouvir um hino tão bonito e o signficado que ele tem para a Bahia e para o Brasil dentro da historia Brasileira. O hino da Bahia faz uma elegia a Independência da Bahia, tem sua letra por Ladislau dos Santos Titara e música de José dos Santos Barreto.
A comemoração do dia 2 de Julho é uma celebração às tropas do Exército e da Marinha Brasileira que, através de muitas lutas, conseguiram a separação definitiva do Brasil do domínio de Portugal, em 1823. Neste dia as tropas brasileiras entraram na cidade de Salvador, que era ocupada pelo exército português, tomando a cidade de volta e consolidando a vitória.
Esta é uma data máxima para a Bahia e uma das mais importantes para a nação, já que, mesmo com a declaração de independente, em 1822, o Brasil ainda precisava se livrar das tropas portuguesas que persistiam em continuar em algumas províncias. Então, pela sua importância, principalmente para os baianos, todos os anos a Bahia celebra o 2 de Julho. Tropas militares relembram a entrada do Exército na cidade e uma série de homenagens são feitas aos combatentes.
Entre todas as comemorações, a do ano de 1849 teve um convidado muito especial. O marechal Pedro Labatut, que liderou a tropas brasileiras nas primeiras ofensivas ao Exército Português, participou do desfile, já bastante debilitado e sem recursos financeiros, mas com a felicidade de homenagear as tropas das quais fez parte.
Esse é o lindo Hino da Bahia:
Letra: Ladislau dos Santos Titara
Música: José dos Santos Barreto
Nasce o sol a 2 de julho
Brilha mais que no primeiro
É sinal que neste dia
Até o sol é brasileiro
Nunca mais o despotismo
Referá nossas ações
Com tiranos não combinam
Brasileiros corações
Cresce, oh! Filho de minha alma
Para a pátria defender,
O Brasil já tem jurado
Independência ou morrer.
Nunca mais o despotismo
Referá nossas ações
Com tiranos não combinam
Brasileiros corações
Salve, oh! Rei das campinas
De Cabrito e Pirajá
Nossa pátria hoje livre
Dos tiranos não será
IV Colóquio Nacional de Direitos Humanos
Estou participando do IV Colóquio Nacional de Direitos Humanos que teve inicio dia 12 de abril e vai ate dia 16 de Abril de 2010 – Centro de Eventos Notre Dame em Passo Fundo Rio Grande do Sul,O Colóquio Nacional de Direitos Humanos já tem uma trajetória consolidada como espaço aberto, plural e amplo de reflexão sobre concepção, fundamentação e realização dos direitos humanos. É momento de fortalecimento de parcerias e de ampliação do envolvimento de diversos agentes sociais, políticos, culturais e educacionais a fim de qualificar a atuação em direitos humanos.O IV Colóquio Nacional de Direitos Humanos terá como tema Direitos Humanos e Desenvolvimento. A temática se justifica dado que o direito ao desenvolvimento é considerado um dos direitos humanos, conforme a Declaração Mundial sobre o Direito ao Desenvolvimento (ONU, 1986) e o Programa de Ação da II Conferência Mundial de Direitos Humanos (Viena, 1993) declarou que há estreita relação entre direitos humanos e desenvolvimento (e também democracia). No final do ano passado com a publicação do novo Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), que dá um passo na implementação de políticas públicas de direitos humanos, também está claro o compromisso com a garantia do desenvolvimento como direito humano. O IV Colóquio também toma em conta a conjuntura que marca um momento importante da história brasileira na qual está na agenda o debate sobre o tipo de desenvolvimento que se pretende para o Brasil nos próximos anos.
CONVIDADOS
Conferencista
Paulo de Tarso Vannuchi (SEDH/PR)
Painelistas
Laurindo Leal Filho (USP)
Bia Barbosa (Intervozes)
Renata Fortes (Jus Brasil)
Guisepe Tosi (UFPB)
Jacques Alfonsín (Acesso)
Nair Bicalho (UnB)
Ioshiaqui Shimbo (UFSCar)
mais informações no site: http://cdhpf.org.br/ivcoloquio/index.html
CONVIDADOS
Conferencista
Paulo de Tarso Vannuchi (SEDH/PR)
Painelistas
Laurindo Leal Filho (USP)
Bia Barbosa (Intervozes)
Renata Fortes (Jus Brasil)
Guisepe Tosi (UFPB)
Jacques Alfonsín (Acesso)
Nair Bicalho (UnB)
Ioshiaqui Shimbo (UFSCar)
mais informações no site: http://cdhpf.org.br/ivcoloquio/index.html
domingo, 11 de abril de 2010
Filme a Revoluçao dos bichos
Na aula de Organizaçao da Sociedade Civil e Serviço Social na sexta-feira dia 09 04-2010 o professor Thelmo passou um filme bastate interessante A REVOLUÇÃO DOS BICHOS de GEORGE ORWEL. Ao final do filme houve alguns comentarios da turma e o professor colocou o verdadeiro signficado do filme bastante interessante. Para quem ainda nao assistiu é um otimo filme.
Um pouco sobre GEORGE ORWEL Nascido Eric Arthur Blair, em 1903, filho de um alto funcionário da marinha inglesa, estacionado na Índia, este bretão de origem hindu leu as primeiras letras na aristocrática Academia de Eton. Desde lá, dá demonstrações de seu pensamento originalíssimo, se desencantando com a sociedade de que faz parte, repudiando todo intelectualismo e seu artificialismo.
Aos 19 anos, entra na Polícia Imperial Britânica, voltando à terra-máter de seus ancestrais. Os cinco anos entre Índia e Birmânia são suficientes para que ele deserte, revoltado com a política colonial e imperialista dos ingleses. Voltando à Europa, renúncia à sua origem burguesa, à fortuna, ao passado (que considerava vergonhoso) e ao próprio nome, adotando a alcunha de George anos entre Índia e Birmânia são suficientes para que ele deserte, revoltado com a política colonial e imperialista dos ingleses.
Voltando à Europa, renúncia à sua origem burguesa, à fortuna, ao passado (que considerava vergonhoso) e ao próprio nome, adotando a alcunha de George Orwell. Primeiro em Paris, como operário, "linhão" de fábrica, e depois em Londres, como professor primário, sente, pela primeira vez na carne, o gosto amargo da opressão, da desigualdade.
Nesse contexto inicia sua produção literária. Um dos primeiros escritos é "O caminho para Wigan Pier" (1937), onde descreve as condições de extrema miséria dos trabalhadores do norte da Inglaterra, em meio aos quais viveu por algum tempo. Antes, já havia produzido "Vencido em Paris e Londres", onde ataca ferozmente o posicionamento dos escritores de sua época, revolucionários, em tese, burgueses, na prática. Já reconhecido seu talento, assume posturas cada vez mais radicais em favor das classes sociais baixas. Ao deflagrar-se a Guerra Civil Espanhola em 1936, sentiu que era ali o palco onde a história aconteceria. Justificou sua participação em breves palavras: "naquela época, e naquela atmosfera, isso pareceu a única coisa que podia fazer".
Em 1937 já estava na Catalunha, lutando junto com o P.O.U.M. (Partido Obrero de Unificación Marxista), ao lado dos anarquistas socialistas e não nas Brigadas Internacionais, dos comunistas ortodoxos. Ferido em combate, regressa a Inglaterra e escreve "Homenagem à Catalunha (também traduzido como "Lutando na Espanha"), em 1938, onde escancara sua amargura e desgosto ante seu ocular testemunho.
Ao mesmo tempo, decepcionado com a rígida estrutura dos Partidos Comunistas fiéis aos ditames de Moscou, volta-se para uma espécie de socialismo independente. Assim, se a Guerra o consolidou como socialista revolucionário, também fez dele um anti-stalinista convicto. E é na "Revolução dos Bichos" (1945) que retrata com grande habilidade o totalitarismo e o aburguesamento do regime soviético, que, segundo ele, traiu a revolução de 1917. Na realidade, não é o socialismo em si, mas o totalitarismo (e todos os totalitarismos) que seus ataques pretendem atingir. Isso é mais evidente anda em "1984" (1949) que constitui uma condenação global de um universo maniqueísta, feito de mentiras, traições e terror.
Escritor de uma sinceridade incontestável, George Orwell testemunhou e viveu pessoalmente tudo que retratou em sua obra. Seus melhores momentos baseiam-se na própria experiência. Além de viver como peão, ensinou em diversas escolas e chegou a criar galinhas e plantar legumes, enquanto escrevia nas horas de folga. Morreu em 1950, aos 47 anos. Crítico violento do totalitarismo de todos os tipos, da exploração das massas trabalhadoras, do imperialismo e do colonialismo, pretendeu manter sobretudo um espírito independente e profundamente ligado à realidade vivida, no que foi coerente até a morte.
fonte: www.duplipensar.net
George Orwell
Sobre filme: Numa alegoria a corrupção do poder na União Soviética comandada por seu líder, Josef Stalin, o escritor George Orwell escreveu "A Revolução dos Bichos". Considerada um best-seller, a obra narra a história do fazendeiro Jones (Pete Postlephwaite). Um homem beberrão e cruel que explora seus animais. Revoltados com seu proprietário, eles se organizam em seu lar. De posse da terra, os bichos passam a controlar o lugar, decretando uma série de novas regras.
A revolução russa. Major (Lenin); Napoleão (Stalin); Bola-de-neve (Trotsky); as ovelhas, que repetem sem consciência os lemas; os cavalos com seus tapa-olhos que só conseguem olhar para o trabalho; as galinhas que se perdem na dispersão; o burro empacado em suas verdades; os cães fiéis à guarda de seus donos... Todos personagens históricos, escravos da própria revolução, prisioneiros dos sonhos depauperados...
QUER SABER QUEM É O HOMEM DER PODER A ELE.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Sexta Feira da Paixão

imagem de hoje publicada pelo estadao.com.br/blogs Penitentes participam de procissão da irmandade 'Cristo de las Injurias', em Zamora, na Espanha. Foto: Daniel Ochoa de Olza /AP
Hoje foi um dia normal como os outros para mim se foi santo eu não sei, se santo for significado de uma coisa boa então todos os dias são santos. Não fiz jejum comi logo cedo meu pauzinho com queijo nada de sacrifícios isso não resolve nada mas também não critico quem o faz. Mas uma coisa boa a sexta-feira santa me trouxe um peixe maravilhoso que almoçamos aqui em casa hoje e claro acompanhado de uma cerveja bem gelada pena que era Bavaria e não skol.Conhecendo um pouco a sexta-feira de paixão ou sexta-feira santa é o dia cristão que marca o julgamento, condenação, martírio, morte e sepultamento de Jesus Cristo. É na sexta-feira da paixão que Cristo percorre a Via Sacra que também é conhecida por muitos como Via Dolorosa. Ele carrega sua cruz até o Gólgota, onde é crucificado.
Depois de morto, seu corpo é descido da cruz e sepultado em uma gruta lacrada por uma grande pedra. Segundo a tradição cristã, a morte de Jesus é qualificada como Paixão, metaforicamente um ato de amor e de entrega. O silêncio, o jejum com base na abstinência de carne e a oração marcam este dia.
Desta forma segundo a tradição cristã na sexta-feira santa não se deve consumir carne vermelha. O tradicional é o consumo de peixe.
uco mais a sexta feira santa.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
COLEGAS DE SERVIÇO SOCIAL VAMOS FICAR ATENTOS CONCURSO PÚBLICOS PELA FRENTE, OLHE ESSA QUE CAIU NO CONCURSO DA PREFEITURA DE SOROCABA EM SÃO PAULO EM 2004, VOCÊ SABE A RESPOSTA ENTÃO COMENTE AI.
Uma pesquisa realizada pelo Serviço Social Escolar, num
município paulista, registrou a existência de uma demanda
reprimida de 50% de vagas, ou seja, 2.000 crianças de zero a
seis anos estão excluídas da creche. Este fenômeno é um desafio
para o profissional de Serviço Social e para o poder
local porque expressa um(a)
(A) desequilíbrio económico.
(B) injustiça social.
(C) desigualdade cultural.
(D) questão social latente.
(E) preconceito de classe.
Uma pesquisa realizada pelo Serviço Social Escolar, num
município paulista, registrou a existência de uma demanda
reprimida de 50% de vagas, ou seja, 2.000 crianças de zero a
seis anos estão excluídas da creche. Este fenômeno é um desafio
para o profissional de Serviço Social e para o poder
local porque expressa um(a)
(A) desequilíbrio económico.
(B) injustiça social.
(C) desigualdade cultural.
(D) questão social latente.
(E) preconceito de classe.
Assinar:
Postagens (Atom)
